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Basílica de Campinas é pichada com frase pró-aborto

afronta igreja

O ato de vandalismo foi realizado como um ataque frontal à postura da Igreja Católica em defesa da vida e sua reprovação à prática do aborto.
O clima entre os fiéis que se depararam com a pichação era de tristeza e indignação, conforme contou Ana de Oliveira ao portal G1 de notícias. “Uma judiação o que fizeram. Ninguém sabe quem foi, pois foi pichada durante a madrugada”, declarou a senhora que costuma ir à Missa das 10h todos os domingos.
Ana expressou que diante do ocorrido pairou “um ar de tristeza e falta de respeito com a casa de Deus”. “É um absurdo. Tem que ter respeito, né, com qualquer religião”, acrescentou.
De acordo com o jornal local, ‘Correio Popular’, testemunhas afirmaram que quatro adolescentes que participavam da preparação para a Parada Gay no sábado, 25, por volta das 21h, picharam a Igreja, uma banca de jornal, o busto de César Bierrenbach e a porta de um restaurante japonês.
O templo está em fase final de restauração e a fachada foi concluída no ano passado. “Há oito anos lutamos para concluir a restauração do prédio. O imóvel já foi pichado duas vezes. Dessa vez escreveram ‘Aborto Livre’ na entrada e ‘Corpo Livre’ na lateral”, declarou ao jornal o pároco, Cônego Jeronymo Antonio Furian.
Ataques a igrejas com frases e insultos pró-aborto se multiplicam no Brasil. No ano passado, ato semelhante aconteceu na Catedral da Sé da Arquidiocese de São Paulo, quando ativistas pró-aborto picharam o templo no dia 30 de novembro.
A pichação aconteceu depois de uma manifestação no centro da capital paulista contra projeto de lei 5.069/2013 que, entre outras medidas, dificulta o chamado aborto legal e restringe a venda de medicamentos abortivos no país. Entre as frases escritas nas paredes e portas da Igreja estavam: “Se o Papa fosse mulher, o aborto seria legal” ou “Tire seus rosários dos meus ovários”.
O ocorrido gerou uma nota de repúdio da Arquidiocese de São Paulo ressaltando que “a liberdade de expressão, reivindicada historicamente pela Igreja católica em nosso país, não justifica ato de vandalismo”.
Na ocasião, por conta do ato de vandalismo, jovens católicos se uniram voluntariamente para limpar a Catedral e contaram com apoio do Arcebispo, Cardeal Odilo Pedro Scherer.

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Crucifixo em prédios da Justiça não afeta Estado laico

Golden Christ

Decisão do CNJ esclarece

Após quatro anos, os crucifixos e símbolos religiosos agora podem ser recolocados nos prédios do Judiciário do Rio Grande do Sul. A decisão do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), publicada neste mês, reforça que a presença de tais imagens nos tribunais não prejudica o Estado laico ou a liberdade religiosa.
“A presença de Crucifixo ou símbolos religiosos em um tribunal não exclui ou diminui a garantia dos que praticam outras crenças, também não afeta o Estado laico, porque não induz nenhum indivíduo a adotar qualquer tipo de religião, como também não fere o direito de quem quer seja”, afirma a decisão do Conselho, tendo como relator o Conselheiro Emmanoel Campelo.
Este caso teve início em fevereiro de 2012, quando foi protocolado um requerimento para retirada do Crucifixo e símbolos religiosos dos prédios da Justiça gaúcha, em recurso à decisão de dezembro de 2011. O pedido foi feito por Rede Feminista saúde, SOMOS – Comunicação, saúde e sexualidade, THEMIS – Assessoria Jurídica e Estudo de Gênero, Marcha de Mulheres, NUANCES – Grupo pela livre Orientação Sexual e Liga Brasileira de Lésbicas.
Em março de 2012, o Conselho da Magistratura do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul (TJ-RS) determinou, por unanimidade, a retirada de crucifixos e símbolos religiosos dos prédios da Justiça gaúcha.
Após esta determinação do TJ-RS, a Arquidiocese de Passo Fundo (RS) buscou reverter a situação no Conselho Nacional de Justiça. Também pediram a reconsideração da decisão a Associação dos Juristas Católicos (AJC) e pessoas físicas.

Retirada de símbolos religiosos é agressividade
No relatório sobre a decisão do CNJ, o Conselheiro Emmanoel Campelo considera que “a proibição ou retirada dos símbolos religiosos existentes em repartições públicas ou em salas de sessões de Tribunais responde à visão preconceituosa daqueles que pretendem apagar os vestígios de uma civilização cristã invocando a laicidade do Estado, quando, na verdade, professam um laicismo mais próximo do ateísmo do que da posição equilibrada da separação entre Igreja e Estado”.
“O ato de retirar um crucifixo do espaço público, que tradicionalmente e historicamente o ostentava, é ato de agressividade, intolerância religiosa e discriminatório, já que atende a uma minoria, que professa outras crenças, ignorando o caráter histórico do símbolo no Judiciário brasileiro”, acrescenta.
Campelo explica que “símbolos religiosos são também símbolos culturais” e que o “Crucifixo é um símbolo simultaneamente religioso e cultural”, representando um dos pilares da civilização ocidental.
Sublinha ainda que a Constituição Brasileira não traz nenhuma vedação à presença de símbolos religiosos, como o Crucifixo, em entidades públicas. Pelo Contrário, estabelece em seu artigo 5º a liberdade religiosa.
Além disso, a própria Constituição de 1988 traz em seu preâmbulo a expressão: “promulgamos, sob a proteção de Deus, a seguinte Constituição da República Federativa do Brasil”.
“Evidencio, assim, que para acolher a pretensão de retirada de símbolos religiosos sob o argumento de ser o Estado laico, seria necessário, também, extinguir feriados nacionais religiosos, abolir símbolos nacionais, modificar nomes de cidades, e até alterar o preâmbulo da Constituição Federal”, afirma.
Dessa forma, o relatório esclarece que “ser laico não significa ser inimigo da religião, ou agir como se a mesma não existisse”.
Por fim, conclui que “os símbolos religiosos podem compor as salas do Poder Judiciário, sem ferir a liberdade religiosa, e que não se pode impor a sua retirada de todos os tribunais, indiscriminadamente”.

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Beata Albertina, a Maria Goretti do Brasil

Albertina Blog

A bem-aventurada Albertina Berkenbrock nasceu a 11 de Abril de 1919, no distrito de São Luís, município de Imaruí, interior de Santa Catarina, numa família de origem alemã, simples e profundamente cristã.

Há uma singular concordância entre os testemunhos dados nos vários processos canônicos, por parte das testemunhas que a tinham conhecido e convivido com a Serva de Deus, ao descrevê-la como uma menina bondosa no mais amplo sentido do termo. A natural mansidão e bondade de Albertina conjugavam-se bem com uma vida cristã compreendida e vivida completamente. Da prática cristã derivava a sua inclinação à bondade, às práticas religiosas e às virtudes, na medida em que uma criança da sua idade podia entendê-las e vivê-las.

Sabia ajudar os pais no trabalho dos campos e especialmente em casa. Sempre dócil, obediente, incansável, com espírito de sacrifício, paciente, até quando os irmãos a mortificavam ou lhe batiam ela sofria em silêncio, unindo-se aos sofrimentos de Jesus, que amava sinceramente.

A frequência aos sacramentos e a profunda compenetração que mostrava ter na participação da mesa eucarística é um índice de maturidade espiritual que a menina tinha alcançado; distinguia-se pela piedade, pela modéstia e pelo recolhimento.

O cenário no qual se consumou o seu martírio é terrivelmente simples, quanto atroz e violenta foi a morte da Serva de Deus.

No dia 15 de junho de 1931, Albertina estava apascentando os animais de propriedade da família quando o pai lhe disse para ir procurar um boi que se tinha distanciado. Ela obedeceu. Num campo vizinho encontrou Idanlício e perguntou-lhe se tinha visto o animal passar por ali.

Idanlício Cipriano Martins, conhecido com o nome de Manuel Martins da Silva, era chamado pelo apelido de Maneco. Tinha 33 anos, vivia com a mulher próximo da casa de Albertina e trabalhava para um tio dela. Embora já tivesse matado uma pessoa, era considerado por todos um homem reto e um trabalhador honesto. Albertina muitas vezes levava-lhe comida e brincava com os seus filhos; portanto, era uma pessoa do seu conhecimento.

Quando Albertina lhe perguntou se tinha visto o boi, Maneco responde que sim, acrescentando que o tinha visto ir para o bosque próximo dali e ofereceu-se para a acompanhar e ajudar na busca. Mas, ao chegarem perto do bosque, convidou-a para deitar com ele. Seguiu-a com intenção de lhe fazer mal. Albertina não consentiu e Maneco então a pegou pelos cabelos, jogou-a ao chão e, visto que não conseguia obter o que queria porque ela reagia, pegou um canivete e cortou o seu pescoço. A jovem morreu imediatamente.

Dos testemunhos dos companheiros de prisão de Maneco revelou-se que a menina declarou a sua indisponibilidade pois aquele ato era pecado. A intenção de Maneco era clara, a posição de Albertina também: não queria pecar.

Durante o velório, Maneco controlava a situação fingindo velar a vítima e ficando por perto da casa. Porém, antes que descobrissem quem era o assassino, algumas pessoas notaram um fenômeno particular: todas as vezes que ele se aproximava do cadáver da Serva de Deus, a grande ferida do pescoço começava a sangrar.

No funeral de Albertina participou um elevado número de pessoas e todos diziam já que era uma "pequena mártir", pois dado o seu temperamento, a sua piedade e delicadeza, eram convictos de que tinha preferido a morte ao pecado. A exemplo da italiana Santa Maria Goretti, Albertina sacrificou a vida somente pela virtude.

Beatificada em 2007 pelo Papa Bento XVI, hoje ela se encontra na companhia dos santos no Céu, cumprindo a palavra que diz: "Bem-aventurados os puros de coração, porque verão a Deus" ( Mt 5, 8). Que do mesmo solo que recebeu o sangue desta santa jovem brotem almas puras e dispostas a antes morrer que ofender a Nosso Senhor — e que estas almas sejamos nós!

Beata Albertina Berkenbrock,
rogai por nós!

Fonte: Site da Santa Sé | Adaptação: Equipe Christo Nihil Praeponere

Rio2016: Equipe Olímpica quer humanizar o olhar do mundo sobre os refugiados

Popole e Yolande

Dez pessoas, entre homens e mulheres, terão uma dupla missão nas Olimpíadas Rio2016: disputar em algumas categorias e representar os milhões de refugiados presentes em todo o mundo. Eles formarão a Equipe Olímpica de Atletas Refugiados, entre os quais, dois congoleses que vivem no Brasil e contam com apoio da Cáritas Rio de Janeiro. A expectativa é de que essa oportunidade humanize a visão do mundo em relação aos refugiados.
Segundo relatório apresentado pela Agência da ONU para Refugiados nesta segunda-feira, 20, o número de pessoas deslocadas por motivos de conflitos e perseguições em todo o mundo chegou a 65,3 milhões no final de 2015, considerado um recorde.
Essas pessoas serão representadas nos Jogos Olímpicos por um etíope, dois sírios, dois congoleses e cinco sul-sudaneses, os quais serão os primeiros a entrar no Maracanã, na cerimônia de abertura, e vão desfilar sob a bandeira Olímpica.
Entre os convocados, o judô contará com os congoleses Popole Misenga e Yolande Mabika, que estão no Brasil desde 2013 e são assistidos pela Cáritas Rio de Janeiro, a qual atua no acolhimento, na proteção e na integração dos refugiados que chegam à cidade.
“Para nós, é uma alegria imensa. Ficamos na expectativa durante um ano e meio”, recordou o porta-voz da Cáritas RJ, Diogo Félix, à ACI Digital.
Popole e Yolande cresceram em um ambiente de conflitos na República Democrática do Congo e se separaram de suas famílias ainda crianças. Na capital do país, Kinshasa, começaram a treinar judô em programas sociais e tornaram-se atletas de nível internacional.
Viajaram para o Brasil em 2013 para disputar o Mundial de Judô. Então, decidiram renunciar à delegação, permanecer no Brasil e pedir asilo. Mais tarde, começaram a receber o apoio da Cáritas.
Diogo Félix lembra que todo o processo para a qualificação dos judocas para os Jogos Olímpicos teve início quando o Comitê Olímpico Internacional (COI) entrou em contato com a agência da ONU para os refugiados pedindo que indicassem atletas para essa delegação. “A ONU entrou em contato com seus parceiros no mundo todo, incluindo a Cáritas RJ. Em janeiro de 2015, nós indicamos os dois judocas e ficamos aguardando”.
Através da Cáritas Rio de Janeiro, Popole e Yolande foram encaminhados para o Instituto Reação, ONG que promove o desenvolvimento humano e a inclusão social por meio do esporte e da educação. Dessa forma, puderam retomar os treinos de judô e voltar a sonhar em disputar os Jogos Olímpicos.
“Quando soubemos do resultado, toda a equipe ficou muito contente, porque acompanhamos os dois durante muito tempo, sabemos das dificuldades e situações complicadas que viveram aqui até conseguirem voltar a treinar”, contou o porta-voz da Cáritas RJ.
De acordo com ele, a entidade espera que a presença dessa delegação nas Olimpíadas traga um novo horizonte em relação aos refugiados.
“A nossa esperança é que possam mostrar que o refugiado não é apenas um número, como as estatísticas mostram, mas é uma pessoa que tem sonhos, talentos. Desejamos que as Olimpíadas possam humanizar mais o olhar sobre os refugiados. É o poder do esporte”, expressou.
Essa mensagem irá se somar às várias já divulgadas pelo Papa Francisco em defesa dos refugiados, o que para a Cáritas RJ tem grande valor. Ver o Sumo Pontífice “mostrando a situação dos refugiados é importante para tirar o preconceito e mostrar que eles são pessoas. É uma mensagem que tem um poder enorme”.
Por fim, Félix garante que a expectativa é de que os atletas “possam ter a melhor participação possível nos Jogos Olímpicos”, porque após o que já enfrentaram na vida, “isso já é uma vitória para eles”. “Depois de tudo o que passaram, esse será o menor dos desafios”, concluiu.

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Filme pró-vida Doonby faz sucesso em sua pré-estreia no Brasil

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Com uma temática pró-vida e brilhante produção artística, o filme “Doonby” estreia no Brasil nesta quinta-feira, 16 de junho, mas em sua pré-estreia em algumas cidades do país a produção já veio movimentando e comovendo o público em sessões que contaram com a presença do diretor britânico Peter Mackenzie. O filme foi um sucesso em outros países como a Polônia e Estados Unidos e será distribuído no país pela Estação Luz Filmes.
O longa já teve sua pré-estreia em Brasília (6 de junho), Goiânia (dia 7) e São Paulo (dia 9), sendo que no Distrito Federal, após apresentar a obra, Mackenzie também esteve presente na 9ª Marcha Nacional da Cidadania pela Vida contra o Aborto, em 7 de junho.
Para além da temática, o caráter pró-vida do filme se mostra ainda com a participação de Norma McCorvey, que debuta como atriz. Ela é a mulher que impulsionou a despenalização do aborto nos Estados Unidos e logo se converteu em defensora da vida e abraçou o catolicismo.
“Doonby” é apresentado como um thriller psicológico. No filme, é narrada a história de história de Sam Doonby (John Schneider), um misterioso homem, que aparece em uma pequena cidade do Texas para evitar terríveis desgraças. A trama de fundo mostra um profundo questionamento sobre tudo o que pode ser perdido com o aborto.
Sam Doonby é um homem solitário e misterioso, que viaja de uma cidade para outra na tentativa de encontrar um local para viver de forma tranquila e honesta. Até que chega a uma pequena e pacata cidade do Texas, onde consegue emprego como barman no único bar e ponto de encontro da cidade.
Logo desperta a atenção de todos por ser um forasteiro, mas também porque se envolve em pequenos atos de heroísmo. Chama também a atenção das mulheres por ser um homem atraente.
Assim, não demora muito e atrai a atenção de Laura (JennGotzon), uma jovem bonita e mimada, filha do rico e influente Dr. Cyrus Reaper (Joe Estevez) e Barbra Ann Reaper (Jennifer O'Neill). No entanto, um encontro entre Sam e o Dr. Cyrus desperta fantasmas do passado que atormentam Sam até hoje.
No Brasil, o longa é distribuído pela Estação Luz Filmes, que também trouxe para o país o documentário “Blood Money” e produziu o filme “Eu, Vitória”, ambos com temática pró-vida.
O produtor e diretor da Estação Luz, Luis Eduardo Girão, obteve os direitos de distribuição de “Doonby” há mais de um ano, quando assistiu ao filme nos Estados Unidos. “Desde que assisti pela primeira vez decidi colocá-lo no nosso portfólio, mas preferimos esperar um pouco mais e acho que agora chegou o momento de lançá-lo “, explicou.
Segundo com Girão, a temática de “Doonby” está alinhada à proposta da Estação Luz, porque “é uma história que nos faz pensar como a vida vale a pena e o que cada um pode fazer para tornar o mundo melhor para todos”.
De acordo com o diretor britânico, descobrir que Norma McCovey vivia precisamente no vilarejo onde o filme seria gravado foi “simplesmente impressionante”.
“Apesar de ela nunca ter aparecido em um filme, eu a persuadi a fazer um papel, um personagem que tenta persuadir uma das personagens principais do filme a não ir adiante com o plano de interromper sua gestação. Ela esteve muito bem no filme, ninguém se dava conta que ela não era uma atriz profissional muito menos que era a verdadeira Jane Roe, do caso Roe vs. Wade”, afirmou McKenzie em entrevista a ACI Digital.
Roe vs. Wade foi o processo em que Norma McCorvey apelou à Corte Suprema para ter um aborto de forma legal. Após revisar o seu caso, o Tribunal despenalizou o aborto em todos os 50 Estados em 1973. McCorvey, que teve seu bebê enquanto o caso era analisado e o deu em adoção, arrependeu-se e hoje luta por ver esta sentença revertida.

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